Viver vivrante, vendo um projeto vingar, como desabrocha a rosa.
Chorar ate encharcar-se, de um pranto de dor, nunca dantes diluído e por vezes sem sentido.
Rir sem falso amor, rir do stress, da vida, rir da dor.
Existir pelo gangorrear de emoções antagônicas, sentimentos distintos, distantes apenas no exterior.
Que o próprio Deus me perdoe, se não Ele, qual o mais próximo da vida, que não a lágrima ardida, que se faz sentida no stress, que se faz sentido no riso?
Que será que isso é?
E será que faz sentido?
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Nada de mais!

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